Cada poça é um espelho
do céu d'onde adveio
um retrato bem parelho
do dilúvio que permeio
Quem te vê, assim, parada,
não imagina raios e trovões
nem pingos caindo aos milhões
inesquecível chuvarada
Verbo aguado
Substantivo líquido
Amor encharcado
Verso fluído
Poema lânguido
Soneto empoçado!
(Soneto empoçado, Paulo R. C. Guedes)
Sonetos, Poemas, Poesias, Haicais, Trovas, Crônicas, Contos e Fotografias de Alta Qualidade.
Total de visualizações de página
terça-feira, 14 de abril de 2015
Soneto empoçado!
O poeta PAULO GUEDES é um apaixonado pelas palavras, escritas ou declamadas, um eterno aprendiz do encantamento propiciado pelas letras mágicas e versos alquímicos!
quarta-feira, 25 de março de 2015
A noite é um Cupido
O poeta PAULO GUEDES é um apaixonado pelas palavras, escritas ou declamadas, um eterno aprendiz do encantamento propiciado pelas letras mágicas e versos alquímicos!
terça-feira, 17 de março de 2015
Na morada do Sol
O poeta PAULO GUEDES é um apaixonado pelas palavras, escritas ou declamadas, um eterno aprendiz do encantamento propiciado pelas letras mágicas e versos alquímicos!
ANDALUZ
O poeta PAULO GUEDES é um apaixonado pelas palavras, escritas ou declamadas, um eterno aprendiz do encantamento propiciado pelas letras mágicas e versos alquímicos!
quarta-feira, 4 de março de 2015
SINOS DE VENTOS E APÓSTROFES
Os sinos de ventos
declamam poesias,
lembranças de tempos,
tempestades e maresias.
Tilintam hologramas:
canções de ninar,
carícias de camas,
encantos de sonhar...
Rede de versos em chamas!
D’onde vens, para onde vás?
Lirismo à frente,
medos atrás.
Sinos de ventos
quantas estrofes?
sinais de tempos,
diálogos, apóstrofes...
(Sinos de ventos e apóstrofes, Paulo R. C. Guedes)
declamam poesias,
lembranças de tempos,
tempestades e maresias.
Tilintam hologramas:
canções de ninar,
carícias de camas,
encantos de sonhar...
Rede de versos em chamas!
D’onde vens, para onde vás?
Lirismo à frente,
medos atrás.
Sinos de ventos
quantas estrofes?
sinais de tempos,
diálogos, apóstrofes...
(Sinos de ventos e apóstrofes, Paulo R. C. Guedes)
O poeta PAULO GUEDES é um apaixonado pelas palavras, escritas ou declamadas, um eterno aprendiz do encantamento propiciado pelas letras mágicas e versos alquímicos!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
O POEMA DE OURO
tanto resíduo no mar
quanto fluído no ar
santo pensar
onde o orifício
esconde o vício
de voar
santa é a brisa
mantra que avisa
vai orar
terço invisível
verso sensível
a declamar
eis o tesouro
o poema de ouro
a pulsar!
O POEMA DE OURO, de Paulo R. Guedes.
Arte fotográfica surreal de Thomas Barbey.
quanto fluído no ar
santo pensar
onde o orifício
esconde o vício
de voar
santa é a brisa
mantra que avisa
vai orar
terço invisível
verso sensível
a declamar
eis o tesouro
o poema de ouro
a pulsar!
O POEMA DE OURO, de Paulo R. Guedes.
Arte fotográfica surreal de Thomas Barbey.
O poeta PAULO GUEDES é um apaixonado pelas palavras, escritas ou declamadas, um eterno aprendiz do encantamento propiciado pelas letras mágicas e versos alquímicos!
ONDE ESTARÁ A SOMBRA DO MEU CANTO?
Minha sombra
não sente medo
vai na frente
do meu corpo
O sol ficou
longe, lá trás,
para onde vou
não volto mais
não importa a luz
no fim do túnel
essencial é o caminho
foi o que eu propus
por isso não vou sozinho
Será a sombra
a minha projeção?
Ou serei eu, filho do chão?
O que somos, então?
Serei eu... o escuro?
Serei melhor do que um muro?
Será tudo em vão?
E quando a sombra crescer?
E se meu corpo fenecer?
Onde todos estarão?
E quando anoitecer?
A sombra vai adormecer?
Outros sonhos virão?
Ah, o Sol voltará a brilhar...
meu corpo voltará a trilhar...
a sombra voltará a sonhar...
Se me agacho
a sombra não acho
se me levanto
a sombra é um espanto!
Onde estará a sombra do meu canto?
ONDE ESTARÁ A SOMBRA DO MEU CANTO? poema de Paulo R. C. Guedes.
não sente medo
vai na frente
do meu corpo
O sol ficou
longe, lá trás,
para onde vou
não volto mais
não importa a luz
no fim do túnel
essencial é o caminho
foi o que eu propus
por isso não vou sozinho
Será a sombra
a minha projeção?
Ou serei eu, filho do chão?
O que somos, então?
Serei eu... o escuro?
Serei melhor do que um muro?
Será tudo em vão?
E quando a sombra crescer?
E se meu corpo fenecer?
Onde todos estarão?
E quando anoitecer?
A sombra vai adormecer?
Outros sonhos virão?
Ah, o Sol voltará a brilhar...
meu corpo voltará a trilhar...
a sombra voltará a sonhar...
Se me agacho
a sombra não acho
se me levanto
a sombra é um espanto!
Onde estará a sombra do meu canto?
ONDE ESTARÁ A SOMBRA DO MEU CANTO? poema de Paulo R. C. Guedes.
O poeta PAULO GUEDES é um apaixonado pelas palavras, escritas ou declamadas, um eterno aprendiz do encantamento propiciado pelas letras mágicas e versos alquímicos!
Assinar:
Postagens (Atom)






